3 mil pessoas passaram mal no velório de Getúlio Vargas

Talvez o maior momento de comoção nacional na história brasileira tenha sido a morte de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954. Quase 9 da manhã (minutos depois do tiro que deu em seu próprio peito) daquele dia o ministro da Fazenda, Oswaldo Aranha, lia por telefone para a Rádio Nacional a carta-testamento de despedida do presidente: ‘Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história’.

A imprensa noticiava que cerca de 3 mil pessoas que passaram pelo velório de Vargas passaram mal: desde mal-estar, passando por crises nervosas e até desmaios.

Parte dos admiradores do presidente, enfurecidos, depredou a sede da Tribuna da Imprensa, do opositor Carlos Lacerda.

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